3.3.13

Sonda Messenger revela que Mercúrio teve um vasto oceano de magma

03-03-2013

A sonda Messenger orbita Mercúrio desde 17 de março de 2011. Equipada com nove instrumentos científicos, a missão dela é mapear o planeta, determinar a composição e sondar sua evolução geológica.

Nesse mesmo ano, um grupo de cientistas analisaram dados de Raio-X fluorescente enviados da sonda, e identificaram duas composições distintas, e inexplicáveis, de formações rochosas na superfície. Uma equipe do Massachusetts Institute of Technology (MIT) usou os dados para criar em laboratório os dois tipos de rocha.

Submetendo cada uma a altas temperaturas e pressões, simulando os processos geológicos do planeta, dizem que há apenas uma explicação: Um vasto oceano de magma criou duas camadas diferentes de cristais, solidificadas, que eventualmente, refundiram-se no magma que entrou em erupção na superfície de Mercúrio. O professor de geologia da MIT, Timothy Grove, diz que "a coisa que é realmente incrível em Mercúrio é, isso não aconteceu ontem".

A estimativa da existência do magma não é exata, mas "a crosta é, provavelmente, de mais de quatro bilhões de anos, de modo que este oceano de magma é um recurso realmente antigo". Inicialmente os cientistas procuravam por cenários em que as duas composições de rochas pudessem estar relacionadas. Por exemplo, as duas rochas poderiam ter vindo de uma mesma região e uma ter se cristalizado mais que a outra. Mas, as duas composições eram muito diferentes para terem se originado de uma mesma região.

Para Grove, a explicação mais fácil é que um oceano de lava tenha formado, ao longo do tempo, composições diferentes de cristais, a medida que se solidificava, que depois teriam se refundido com as lavas expelidas de grandes erupções vulcânicas. Estima-se que o oceano de lava existia nos primeiros 10 milhões de anos de existência do planeta, podendo ter sido criado a partir dos violentos processos de formação do, segundo Grove.

À medida que a nebulosa solar condensava, pedaços colidiam com outros pedaços maiores e maiores, formando planetas. Esse processo de colisão e acréscimos pode ter criado energia suficiente para derreter completamente o planeta. "Estamos gradualmente preenchendo mais espaços em branco, e a história pode muito bem mudar, mas este trabalho estabelece uma estrutura para pensar sobre os novos dados", diz Larry Nittler da Carnegie Institution of Washington, que não está envolvido no estudo.

"É um, muito importante, primeiro passo indo em direção a dados interessantes para a real compreensão."

Créditos: Jornal Ciência via Imagens do Universo
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1.3.13

Aumentam as chances de colisão do cometa C/2013 A1 contra Marte

01-03-2013

Novas observações do deslocamento do cometa C/2013 A1 mostram que a aproximação do objeto da superfície marciana será muito mais próxima da que foi calculada anteriormente e as chances de impacto contra o Planeta Vermelho já não podem mais ser descartadas. Até alguns dias atrás, a menor aproximação estimada pelos modelos orbitais era de que o cometa passaria a cerca de 900 mil km da superfície de Marte no dia 19 de outubro de 2014, mas as novas observações permitiram refinar o desenho da orbita.

De acordo com os novos cálculos, o cometa C/2013 A1 poderá chegar a apenas 37 mil km de distância do planeta. A possibilidade de uma aproximação maior entre os dois objetos já havia sido levantada pelo site Apolo11 ao analisar as efemérides divulgadas pelo Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa, o JPL. Em 7 de fevereiro, a distância nominal de aproximação mostrada no aplicativo era de 879 mil km, enquanto a aproximação mínima prevista era de 0 (zero) km. Os novos números foram divulgados pelo astrônomo amador Leonid Elenin, ligado ao Instituto de Matemática Aplicada da academia de ciências da Rússia, com base em uma série de observações feitas por imagens registradas por um dos telescópios robóticos da rede ISON, localizado no Novo México, EUA.

Elenin afirmou que mais observações precisarão ser feitas até que a elipse da orbita do cometa seja perfeitamente conhecida, mas segundo o astrônomo o cenário de uma colisão é cada vez mais provável, embora permaneça baixo. Descoberto em 3 de janeiro de 2013 pelo astrônomo amador Robert McNaught, o cometa recebeu a denominação oficial de C/2013 A1 Siding Spring por ter sido descoberto no Siding Spring Observatory, na Austrália. Antes de McNaught, o objeto já tinha sido detectado em 8 de dezembro de 2012 pelo observatório Catalina Sky Survey, da Universidade do Arizona, mas sem que fosse possível determinar sua orbita. Quando foi descoberto, C/2013 A1 se encontrava a 7.2 UA do Sol ou cerca de 1.1 bilhão de quilômetros de distância da estrela.

Após ter sua órbita calculada, logo se verificou que o caminho do cometa cruzava a orbita de Marte a uma distância muito próxima do planeta, estimada entre 700 mil e 1.9 milhões de km da superfície. Essa grande aproximação provocou grande euforia nos astrônomos amadores e profissionais, mas um pequeno detalhe chamou a atenção do público em geral: a simulação da NASA. É muito difícil avaliar as consequências de uma colisão direta entre o cometa C/2013 A1 e o Planeta Vermelho.

Estima-se que o C/2013 A1 tenha entre 10 e 50 km de diâmetro e se move em relação a Marte a uma velocidade de 200 mil km/h. Assim, a energia cinética estimada pode ser comparada a 20 bilhões de megatons de TNT. Um choque dessa magnitude seria capaz de produzir uma cratera de 520 km de largura por 2 km de profundidade, além de produzir alterações significativas na atmosfera marciana.

A pluma de partículas levantadas também poderia encobrir o Sol por um longo período de tempo, diminuindo a temperatura do planeta. Mesmo que a colisão não aconteça, uma passagem tão próxima também deverá provocar alterações, já que o planeta poderá ser envolvido pela gigantesca coma cometária, estimada em mais de 100 mil quilômetros de diâmetro. Uma sonda da Nasa, batizada de MAVEN, está programada para ser lançada em março de 2013 e entrar na órbita marciana em setembro de 2014.

Os dados da sonda ajudarão a monitorar a trajetória do cometa. Aguardemos.

Créditos: Apolo 11 via Imagens do Universo
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26.2.13

Astrofotógrafo consegue feito incrível!




        Semana passada a Lua passou em frente à Júpiter podendo ser visto de vários países (desta vez o Brasil não foi um deles). Ao capturar este espetáculo incomum de New South Wales, na Austrália, um astrofotógrafo de pensamento rápido percebeu que um avião nas proximidades, poderia passar na frente da Lua, e assim reposicionou rapidamente sua câmera para tirar uma série contínua de fotos de curta duração.

Como esperado, por um breve instante, o avião, a Lua e Júpiter estavam visíveis em uma única exposição, como mostrado acima. Mas o projeto estava incompleto, uma exposição mais longa foi então feita para mostrar até três luas do próprio Júpiter: Io, Calisto e Europa (da esquerda para a direita). Infelizmente, este espetáculo triplo logo desapareceu. Menos de um segundo depois, o avião voou para longe da lua.

Alguns segundos depois, a Lua se movia para cobrir Júpiter. Poucos minutos depois, Júpiter reapareceu do outro lado da Lua, e até mesmo alguns minutos depois a Lua estava completamente afastada de Júpiter. Apesar de uma foto difícil de capturar, aviões cruzam na frente da Lua com bastante frequência, mas a Lua não irá eclipsar Júpiter novamente por mais três anos.


Fontes e Créditos: http://apod.nasa.gov/apod/
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15.2.13

W49B: Uma explosão rara pode ter criado o mais novo buraco negro da nossa galáxia!

15-02-2013

     A mais distorcida remanescente de supernova mostrado na imagem pode conter o buraco negro mais recente formado na galáxia Via Láctea. A imagem combina raios-X Chandra, da NASA X-ray Observatory em azul e verde, os dados de rádio do Very Large Array da NSF em cor de rosa, e os dados infravermelhos do Palomar Observatory Caltech em amarelo.
    O remanescente, chamado W49B, tem cerca de mil anos de idade, e quando visto da Terra, está cerca de 26.000 anos-luz de distância.
  As explosões de supernovas que destroem estrelas massivas são geralmente simétrica , com o material estelar detonando mais ou menos uniformemente em todas as direções. No entanto, na supernova W49B, o material perto dos pólos da estrela rotativa foi ejetado a uma velocidade muito mais elevada do que o material que emana de seu equador. Jatos atirando longe dos pólos da estrela, causaram a forma da explosão da supernova e principalmente suas consequências.
    Ao traçar a distribuição e quantidade de diferentes elementos no campo de destroços estelar, os pesquisadores foram capazes de comparar os dados do Chandra a modelos teóricos de como uma estrela explode. Por exemplo, eles descobriram ferro em apenas metade da parte remanescente enquanto os outros elementos tais como o enxofre e silício foram espalhados . Isso coincide com as previsões para uma explosão assimétrica.
Imagem capturada por Chandra: raios-X do W49B mostrando apenas o ferro (roxo) e o silício (azul).

     Os autores também analisou qual o tipo de um objeto compacto da explosão da supernova deixado para trás. Na maioria das vezes, as estrelas massivas que colapsam em supernovas deixam um núcleo denso dando voltas, chamado estrela de nêutrons . Os astrônomos podem detectar essas estrelas de nêutrons através de seu raio-X ou pulsos de rádio, embora às vezes uma fonte de raios-X é visto sem pulsações. Uma pesquisa cuidadosa dos dados do Chandra revelou evidências de uma estrela de nêutrons, o que implica que um objeto ainda mais exótico pode ter se formado na explosão, isto é, um buraco negro .
      Este pode ser o mais jovem buraco negro formado na galáxia da Via Láctea, com uma idade de apenas cerca de mil anos, quando vistos da Terra (ou seja, não incluindo o tempo de viagem de luz ). Um exemplo bem conhecido de um remanescente de supernova na nossa galáxia que provavelmente contém um buraco negro é SS433 . Este resto é pensado para ter uma idade compreendida entre 17.000 e 21.000 anos, quando visto da Terra, tornando-o muito mais velho que W49B.
    Os novos resultados sobre W49B, que foram baseadas em cerca de dois dias e meio diretamente de Chandra, aparecem em um papel em 10 fevereiro de 2013, em um tópico da revista Astrophysical Journal. Os autores do artigo são Laura Lopez, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), Enrico Ramirez-Ruiz, da Universidade da Califórnia em Santa Cruz, Daniel Castro, também do MIT, e Sarah Pearson, da Universidade de Copenhague, na Dinamarca.

Esta é uma tradução do texto original "W49B: Rare Explosion May Have Created Our Galaxy's Youngest Black Hole" da Universidade de Harvard. Tradução: Tiago Alves.
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8.2.13

Pode o cometa C/2013 A1 se chocar contra Marte em 2014?

08-02-2013



Poucos dias depois de descoberto, o cometa C/2013 A1 já começa a chamar a atenção. Apesar de poucos dados disponíveis, cálculos astronômicos mostram que o cometa chegará tão perto de Marte em 2014 que alguns softwares apontam para um possível impacto contra o planeta. Descoberto em 3 de janeiro de 2013 pelo astrônomo amador Robert McNaught, o cometa recebeu a denominação oficial de C/2013 A1 Siding Spring por ter sido descoberto no Siding Spring Observatory, na Austrália.

Antes de McNaught, o objeto já tinha sido detectado em 8 de dezembro de 2012 pelo observatório Catalina Sky Survey, da Universidade do Arizona, mas sem que fosse possível determinar sua orbita. Quando foi descoberto, C/2013 A1 se encontrava a 7.2 UA do Sol ou cerca de 1.1 bilhão de quilômetros de distância da estrela.

Após ter sua órbita calculada, logo se verificou que o caminho do cometa cruzava a orbita de Marte a uma distância muito próxima do planeta, estimada entre 700 mil e 1.9 milhões de km da superfície. Essa grande aproximação provocou grande euforia nos astrônomos amadores e profissionais, mas um pequeno detalhe chamou a atenção do público em geral: a simulação da NASA.

Pela simulação feita pelo aplicativo de Dinâmicas do Sistema Solar, SSD, o gráfico que apresenta as órbitas dos planetas e cometas não mostra uma simples aproximação entre os dois objetos e sim um choque direto entre o cometa C/2013 A1 Siding Spring e o Planeta Vermelho, prevista para 19 de outubro de 2014. E para piorar a situação, o campo de dados que informa a distância nominal de aproximação mostra 879 mil km, enquanto a aproximação mínima prevista é de 0 (zero) km.

O Apolo11 fez a simulação de aproximação com oito programas diferentes de astronomia e o resultado foi bem diferente daquele fornecido pelo JPL, da NASA. Em nenhum deles o cometa impacta contra Marte, mas a aproximação é realmente grande. Pelo software Stellarium, a distância mínima entre o Planeta Vermelho chega a menos de 750 mil quilômetros de distância. Vistos da Terra, a separação angular entre eles é menor que a metade do tamanho aparente da Lua Cheia.

O problema na apresentação dos dados da NASA parece estar relacionado ao tamanho do aplicativo e também pelo método de cálculo, que não tem resolução e precisão suficientes para mostrar uma separação tão pequena entre dois objetos. Até o momento, 7 de fevereiro de 2013, apenas 55 observações foram feitas para determinar o arco da orbita cometária e novas observações deverão refinar melhor o shape orbital, permitindo que novas simulações sejam feitas.

No entanto, como o aplicativo da NASA é uma referência tanto para os astrônomos amadores como para o público em geral, até que os dados sejam refinados e a modelagem corrigida a possibilidade de impacto não pode ser descartada.


Créditos: Apolo 11 via Imagens do Universo
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Sonda da Nasa captura imagem do 'cometa do século'

08-02-2013

A sonda Deep Impact da Nasa capturou imagens do cometa Ison, que deve iluminar o céu da Terra até 2014 e poderá ser, devido ao seu brilho, o "cometa do século", de acordo com estudiosos. A Deep Impact fez as imagens ao se concentrar no cometa em um período de 36 horas nos dias 17 e 18 de janeiro, quando o cometa ainda estava a cerca de 763 milhões de quilômetros do Sol. O corpo celeste deve passar muito perto do Sol em novembro e, acredita-se, poderá ser visto a olho nu com um brilho intenso na Terra, quem sabe até mesmo durante o dia.

O Ison já tem uma cauda de 64 mil quilômetros de extensão, formada por poeira e gases, que ficará visível ao olho nu ainda neste ano, e os cientistas pretendem aproveitar isso para estudar o cometa. "Esta parece ser a primeira viagem deste cometa para dentro do Sistema Solar, e ele deve passar muito mais perto do Sol do que a maioria dos cometas", afirmou o cientista Tony Farnham, da Universidade de Maryland, nos Estados Unidos. "Por isso, nos oferece uma nova oportunidade de ver como a poeira e o gás congelados neste cometa desde o início de nosso Sistema Solar vão mudar e evoluir quando for muito aquecido durante sua primeira passagem perto do Sol."

A sonda Deep Impact foi lançada em 2005 e já conseguiu um feito no estudo de cometas: em sua primeira missão, disparou um projétil que atingiu o cometa Tempel-1 para estudar os destroços liberados com o impacto. O Ison foi descoberto pelos astrônomos russos Vitali Nevski e Artyom Novichonok em setembro de 2012. O nome dado foi o da instituição na qual os dois trabalham, a International Scientific Optical Network. No dia 28 de novembro, ele deve chegar a uma distância não muito maior do que um milhão de quilômetros da superfície da estrela.

Se o cometa sobreviver a esta passagem, deve se afastar do Sol ainda mais brilhante do que antes e poderá iluminar os céus da Terra em janeiro de 2014. No entanto, cometas são imprevisíveis, e o Ison poderá se desintegrar durante a passagem nas proximidades do Sol.

Créditos: Terra via Imagens do Universo
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Hoje, Mercúrio terá uma falsa lua!

08-02-2013

Hoje, dia 08 de fevereiro de 2013, após o pôr-do-Sol, Mercúrio terá uma “Lua”. Não, Mercúrio não irá capturar qualquer pedaço de rocha na sua órbita, mas quem o observar a partir da Terra irá ver um pequeno ponto brilhante ao seu lado: Marte! Sim, não passa de uma pequena ilusão, resultante da conjunção mais “estreita” entre dois planetas visíveis a olho nu, que ocorrerá em 2013. Mas, com telescópio ou não, e tendo especial cuidado em não olhar diretamente para o Sol, hoje poderá ficar com uma idéia de como veríamos Mercúrio se este tivesse uma Lua.

Assim, quando o Sol já se estiver no ocaso, pare e olhe para Oeste para agarrar a oportunidade de ver Mercúrio passar a apenas 0.3º graus a Norte de Marte. Ambos os planetas estarão a 15º graus este do Sol, mas deve, mesmo assim, ter cuidado em não olhar diretamente para o Sol. Se, mais do que um curioso, for um astrofotógrafo, hoje será uma excelente noite para tirar uma “daquelas fotografias”. E nada como lembrar que, apesar de Mercúrio e Marte parecem estar muito perto hoje, na realidade a ilusão que vemos da Terra esconde os 180 milhões de quilômetros de distância que existem entre os dois planetas.

Créditos: AstroPT via Imagens do Universo
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7.2.13

Astronomicamente perto

07-02-2013

Cientistas da CfA dizem que planetas parecidos com a Terra estão na galáxia vizinha...


    Planetas parecidos com a Terra, capazes de manter vida, pode estar na vizinhança de nossa galáxia, aponta estudos do Centro de Astrofísica Harvard-Smithsonian (CfA) e do Instituto de Tecnologia da Califórnia, apresentados nesta quarta (6/2/13).
       "O planeta mais próximo parecido com a Terra está provavelmente à 13 anos-luz daqui. Astronomicamente falando, Isso é só um passeio atravessando o parque", disse Courtney Dressing, um estudante de doutorado no Departamento Astronômico de Harvard e o principal autor de uma nova análise de dados do Telescópio Espacial Kepler, que desde 2009 examina estrelas distantes por meio de sinais de planetas em órbita.
        A nova análise focou na categoria de estrelas menores e menos brilhantes que o nosso próprio sol - "anãs vermelhas", com planetas fora da Via Láctea que giram em torno delas. Dressing encontrou 95 planetas candidatos ao redor dessas estrelas. Destes, Ele identificou três candidatos que contém tamanho e temperatura, como os do Planeta Terra.
      Como o Telescópio Kepler está examinando estrelas distantes, os três planetas parecido com a Terra detectados estão muito longe, entre 300 e 600 anos-luz daqui. Os pesquisadores, porém, voltaram suas análises para a vizinhança de nossa própria estrela, onde há 248 "anãs vermelhas" dentro dos limites de 30 anos-luz. A análise indicou que a distância mais provável de uma "anã vermelha" e um planeta em órbita como a Terra é de 13 anos-luz.
     O proximo passo, de acordo com Charbonneau, é desenhar instrumentos que possam examinar essas estrelas relativamente próximas...


Este é um resumo do texto original, "Astronomically Close" da Universidade de Harvard. Tradução por Tiago Alves.
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