9.8.12

Novo lar do Curiosity

09-08-2012

Acima, estão as duas primeiras imagens em alta resolução da superfície de Marte, feitas pelas câmeras de navegação do veículo robô Curiosity, que estão localizadas na cabeça do veículo ou no mastro. O anel da cratera Gale pode ser visto à distância além do solo coberto de pedregulhos. O anel da cratera é bem montanhoso devido à erosão. O solo visto no meio, mostra escarpas e planícies de baixo relevo. O primeiro plano da imagem mostra duas zonas distintas de escavação, provavelmente cavadas pelos foguetes do estágio de descida do veículo robô. Essas imagens tem uma resoução completa de 1024 x 1024 pixels.
Créditos: NASA
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Mais uma foto da cratera Gale

09-08-2012

A imagem acima, foi feita no dia 8 de Agosto de 2012, às 04:05:05 da manhã, hora de Brasília, pela câmera NAVCAM, esquerda a bordo do veículo robô Curiosity e mostra o interior da cratera Gale, local de pouso do veículo e ao fundo pode-se ver parte do Mount Sharp, destino primário da missão MSL.
Créditos: MSL
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Observando o Monte Sharp!

09-08-2012

A imagem acima foi feita pelo veículo robô Curiosity, da NASA, e mostra o que se localiza na frente do veículo, e que ao mesmo tempo é o principal objetivo científico da missão, o Mount Sharp. A sombra do veículo pode ser vista em primeiro plano, e as bandas escuras além do veículo são as dunas da região. Se erguendo à distância está o pico mais alto do Mount Sharp, a uma altura aproximada de 3.4 milhas, mais alto que o Monte Whitney, na Califórnia. A equipe do robô Curiosity, espera dirigir o veículo até a montanha para investigar suas camadas inferiores, onde os cientistas já identificaram pistas sobre mudanças ambientais. A imagem acima foi registrada pela Câmera Hazard-Avoidance frontal, do Curiosity, em resolução completa pouco tempo depois do seu pouso no Planeta Vermelho. Essa imagem foi linearizada para remover as distorções apresentadas nas imagens obtidas com lentes do tipo olho de peixe.
Créditos: NASA
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Uma roda em Marte

09-08-2012

Uma roda presa ao robô Curiosity da NASA, aparece na imagem acima firmemente presa ao solo marciano, nessa que foi uma das primeiras imagens enviadas pela missão Mars Science Laboratory, e registrada após o pouso realizado com sucesso, no dia 6 de Agosto de 2012, às 2:32 da manhã, hora de Brasília. Observada na parte inferior direita da imagem, obtida com a câmera olho de peixe e de grande angular Hazard Avoidance, a roda traseira esquerda do robô tem 50 centímetros de diâmetro. Parte de um dos cabos da câmera é visível coberto de poeira no canto direito, enquanto que na parte superior esquerda da imagem é possível ver a fonte de energia RTG do robô. Observando as rochas de Marte na direção do Sol, as distantes colinas observadas na parte direita, fazem parte do anel da Cratera Gale, e estão a aproximadamente 20 km de distância do local de pouso do veículo robô Curiosity. Imagens de mais alta resolução e coloridas são esperadas no final dessa semana, quando o mastro do robô carregando câmeras de alta resolução será erguido e colocado em funcionamento.

Créditos: APOD
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A primeira imagem colorida do solo marciano feita pelo Curiosity

09-08-2012

Essa imagem mostra a paisagem ao norte do veículo robô Curiosity da NASA, e foi adquirida pela Mars Hand Lens Imager (MAHLI) na tarde do primeiro dia de estadia do veículo em seu local de pouso. A equipe chama esse dia de Sol 1, que é o primeiro dia de operações em solo marciano. O Sol 1 para o Curiosity foi dia 6 de Agosto de 2012. À distância, a imagem mostra a parede norte e o anel da Cratera Gale. A imagem tem essa aparência barrenta, pois a cobertura removível de poeira da MAHLI está aparentemente coberta com poeira soprada na câmera durante a parte final da descida do veículo. Imagens feitas sem a cobertura de poeira são esperadas de serem adquiridas durante a checagem do braço robótico nas próximas semanas. A MAHLI está localizada numa torre no final do braço robótico do Curiosity. No momento em que a imagem do Sol 1, da MAHLI foi adquirida, o braço robótico estava na sua posição recolhida. O braço robótico do Curiosity se encontra nessa posição desde o dia em que o veículo foi empacotado para o lançamento, ocorrido em 26 de Novembro de 2011. A MAHLI tem uma cobertura de poeira transparente. Essa imagem foi adquirida com essa cobertura fechada. A cobertura irá se abrir num período de até uma semana após o pouso. Quando o braço robótico, a torre e a MAHLI estão na posição recolhida, a MAHLI está numa posição rotacionada de 30 graus com relação ao deck do veículo. A imagem da MAHLI mostrada acima, foi rotacionada para corrigir essa inclinação, de modo que o céu marciano está para cima e o solo do Planeta Vermelho para baixo. Quando o braço robótico, a torre e a MAHLI estão recolhidos, a MAHLI está olhando para o lado esquerdo do veículo robô. Como se estivesse na janela de um automóvel olhando a paisagem. A principal proposta da câmera MAHLI do veículo Curiosity, é adquirir imagens detalhadas e de alta resolução das rochas e do solo no campo de estudo do veículo na cratera Gale. A câmera é capaz de focar qualquer alvo a uma distância desde 2.1 centímetros até o infinito. Isso significa que ela pode, como mostrado acima, obter belas imagens da paisagem marciana.
Créditos: NASA
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6.8.12

Robô Curiosity pousa em Marte

06-08-2012

O jipe Curiosity pousou na superfície de Marte por volta de 2h33 desta segunda-feira (6) em Brasília, segundo a Agência Espacial dos Estados Unidos, a Nasa, ao término de uma viagem de 567 milhões de quilômetros. A missão, que investiu cerca de US$ 2,5 bilhões (mais de R$ 5 bilhões) no projeto que pretende buscar provas de vida no planeta vermelho, foi declarada completa e um sucesso um minuto depois. O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, qualificou de 'feito histórico' a chegada a Marte. "Este é um triunfo da tecnologia sem precedentes", acrescenta o comunicado presidencial, para quem esta missão prova que inclusive as coisas mais difíceis não resistem ao engenho humano. A Nasa confirmou que a nave, de uma tonelada, pousou na cratera Gale após uma complexa manobra durante o qual se denominou 'sete minutos de terror' desde sua entrada na atmosfera marciana. 'Estou inteiro e a salvo na superfície de Marte', diz uma mensagem no blog da Nasa, que deu lugar a uma comemoração com aplausos e abraços entre o pessoal de sala de controle do Laboratório de Propulsão em Pasadena, Califórnia. Controladores da missão do Laboratório de Propulsão em Pasadena, Califórnia, festejaram o pouso durante pelo menos 10 minutos. Eles gritaram de alegria e se abraçaram. Tal como havia sido planejado, a cápsula abriu um gigantesco paraquedas para frear a queda. A cerca de 20 metros do solo, um sistema baixou o Curiosity, que abriu suas seis pernas de rodas e iniciou sua aventura em Marte. A poucas horas de tocar a superfície de Marte, ainda no domingo (5), o portal de internet da Nasa informou que o jipe Curiosity estava com "boa saúde". O veículo vai analisar o solo em busca de informações sobre vida. O objetivo é determinar se, em algum momento, o planeta já reuniu as condições necessárias para habitação. Lançado em 26 de novembro de 2011, o Curiosity vinha provocando "fortes emoções no Laboratório de Propulsão de Jatos (da Nasa), em Pasadena, Califórnia", segundo descreveu o texto do site da agência. "O entusiasmo vai crescendo enquanto a equipe está diligentemente monitorando a nave (que transporta o robô)", afirmou comunicado oficial o chefe do laboratório, Brian Portock. Quando o Curiosity entrou na atmosfera de Marte, começou a fase que a Nasa chamou de "sete minutos de terror". Isso, porque a atmosfera de Marte é bem menos densa que a da Terra, o que torna mais difícil frear uma nave lá do que aqui. A entrada na atmosfera aconteceria a uma velocidade de 20 mil km/h. O veículo deve executar a primeira fase de sua missão em 98 semanas, mas a expectativa é que continue suas pesquisas por cerca de uma década. Geradores de plutônio têm capacidade de fornecer calor e eletricidade por pelo menos 14 anos para a missão. É um sistema de geração de energia diferente do de outras missões que contaram com painéis para geração de energia solar. O robô está equipado com ferramentas que podem, entre outras coisas, perfurar rochas e coletar amostras de materiais do planeta. Os estudos do robô começarão em uma montanha localizada no interior da cratera. Ele irá subir a montanha e estudará as pedras ali sedimentadas ao longo de bilhões de anos. O veículo buscará indícios de substâncias que possam ter sido propícias à vida em Marte. Indícios da presença de água no passado de Marte foram detectados em estudos anteriores, feitos a partir de imagens do local.
Créditos: G1
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21.7.12

20 Astrônomos brilhantes que mudaram nossa visão do universo

21-07-2012

Pense nisso: se não fossem por grandes cientistas, astrônomos que muitas vezes dominam vários campos da ciência, nós acreditaríamos em muito mais coisas sobrenaturais do que hoje.
Alienígenas seriam uma explicação ainda mais comum para qualquer fenômeno que agora já entendemos bem.
Por terem iluminado nosso conhecimento e nos mostrado o mundo como ele realmente é, aqui fica nossa homenagem a grandes mentes que passaram pela Terra:

1 – Eratóstenes
Numa época em que a maioria das pessoas pensava que o mundo era plano, o matemático, astrônomo e geógrafo grego Eratóstenes (276 aC -195 aC) usou o sol (na verdade, as sombras que ele causa) para medir o tamanho da Terra e concluir que ela era redonda. Sua medida (39.690 km) estava apenas 340 km errada em relação à verdadeira medição.

2 – Ptolomeu
O antigo astrônomo e matemático grego Cláudio Ptolomeu (90 dC – 168 dc) criou um modelo do sistema solar em que o sol, as estrelas e outros planetas giravam em torno da Terra. Conhecido como o sistema de Ptolomeu, foi reconhecido como o correto por centenas de anos, embora estivesse errado. Ainda assim, esse grande cientista foi considerado o primeiro “cientista celeste” e tem colaborações em matemática, astrologia, astronomia, geografia, cartografia, óptica e teoria musical. Sua obra mais conhecida é o Almagesto (que significa “O grande tratado”), um tratado de astronomia que reúne os trabalhos e observações de Aristóteles, Hiparco, Posidônio e outros, com tabelas de observações de estrelas e planetas e com um grande modelo geométrico do sistema solar, baseado na cosmologia aristotélica.

3 – Abd al-Rahman al-Sufi
O astrônomo persa Abd al-Rahman al-Sufi (903 dc – 986 dc), ou Azophi para os ocidentais, fez a primeira observação conhecida de um grupo de estrelas fora da Via Láctea, a galáxia de Andrômeda. Sua obra o “Livro das Estrelas Fixas” permitiu à astronomia moderna fazer comparações úteis na pesquisa das variações do brilho das estrelas.

4 – Copérnico

No século 16, na Polônia, o astrônomo Nicolau Copérnico (1473 – 1543) propôs um modelo do sistema solar em que a Terra girava ao redor do sol. O modelo não era totalmente correto, já que os astrônomos da época ainda tinham dificuldade em determinar a órbita de Marte, mas acabou mudando completamente a nossa visão do sistema solar. O pai da astronomia moderna revolucionou o pensamento ocidental ao tirar o homem do centro do universo (antropocentrismo), e por isso foi considerado um herege pela Igreja.

5 – Kepler
Usando medições detalhadas do caminho dos planetas feitas pelo astrônomo dinamarquês Tycho Brahe, Johannes Kepler (1571 – 1630) determinou que os planetas viajavam ao redor do sol em elipses, não círculos. Para chegar a essa descoberta, ele calculou três leis que envolvem os movimentos dos planetas, que os astrônomos usam em seus próprios cálculos até hoje. Kepler agora é o nome de uma sonda, um observatório espacial projetado pela NASA que procura planetas extrassolares.

6 – Galileu
Nascido na Itália, Galileu Galilei (1564 – 1642) é muitas vezes creditado com a criação do telescópio óptico, embora na verdade ele tenha apenas melhorado modelos existentes. O astrônomo, físico, matemático e filósofo usou a nova ferramenta de observação para descobrir as quatro luas principais de Júpiter (hoje conhecidas como luas de Galileu), bem como os anéis de Saturno. E, apesar de um modelo da Terra girando em volta do sol ter sido primeiramente proposto por Copérnico, levou algum tempo para a teoria ser amplamente aceita, e Galileu é mais conhecido por defendê-la. Galileu acabou sob prisão domiciliar no final de sua vida por causa disso.

7 – Christiaan Huygens
O físico e astrônomo holandês Christiaan Huygens (1629 – 1695) propôs a primeira teoria sobre a natureza da luz, um fenômeno que intriga cientistas há centenas de anos. Suas melhorias no telescópio lhe permitiram fazer as primeiras observações dos anéis de Saturno e descobrir sua lua Titã. Huygens também criou a teoria sobre o estudo da luz e cores descobrindo que, por meio da luz, seria possível a ocorrência de fenômenos de propagação como refração e reflexão.

8 – Newton
Com base no trabalho de quem veio antes dele, o astrônomo inglês Sir Isaac Newton (1643 – 1727) é mais famoso por seu trabalho sobre forças, especificamente a gravidade (quem lembra da história da maçã?). Ele calculou três leis que descrevem o movimento das forças entre objetos, conhecidas hoje como leis de Newton.

9 – Einstein
No início do século 20, o físico alemão Albert Einstein (1879 – 1955) tornou-se de um dos mais famosos cientistas do mundo, depois de propor uma nova maneira de olhar para o universo além da compreensão atual. Einstein sugeriu que as leis da física são as mesmas em todo o universo, que a velocidade da luz no vácuo é constante, e que o espaço e o tempo estão ligados em uma entidade conhecida como espaço-tempo, que é distorcida pela gravidade.

10 – Hubble
O astrônomo americano Edwin Hubble (1899 – 1953) calculou que uma bolha pequena no céu existia fora da Via Láctea. Antes de suas observações, a discussão sobre o tamanho do universo era dividida quanto à possibilidade ou não de existir apenas uma galáxia. Hubble determinou também que o universo estava se expandindo, um cálculo que mais tarde ficou conhecido como lei de Hubble. Suas observações de várias galáxias levaram a criação de um sistema padrão de classificação usado até hoje. Um dos telescópios espaciais mais famosos do mundo leva seu nome, o Telescópio Espacial Hubble, apontado para o céu com o objetivo de estudar o universo.

11 – Hawking
Stephen Hawking (1942 - 2018) fez muitas descobertas significativas no campo da cosmologia. Ele propôs que, como o universo tem um começo, provavelmente também terá um fim. Hawking acredita que o mundo não tem nenhum limite ou fronteira. Apesar de ser visto como uma das mentes mais brilhantes desde Einstein, muitos dos livros de Hawking são adaptados e direcionados para o público em geral, já que ele procura educar as pessoas sobre o universo.

12 – Cassini
O astrônomo italiano Giovanni Cassini (1625 – 1712) mediu o tempo que leva para os planetas Júpiter e Marte girarem, além de descobrir quatro luas de Saturno e as diferenças nos anéis do planeta. Quando a NASA lançou um satélite para orbitar Saturno e suas luas em 1997, ele foi apropriadamente chamado de Cassini.

13 – Halley

Edmond Halley (1656 – 1742) foi o cientista britânico que analisou os avistamentos de cometas históricos e propôs que o cometa que apareceu em 1456, 1531, 1607 e 1682 era o mesmo, e que voltaria em 1758. Apesar de ter morrido antes de poder dizer “eu estava certo!”, ele estava mesmo certo, e o cometa foi nomeado em sua honra.

14 – Messier
O astrônomo francês Charles Messier (1730 – 1817) compôs uma base de dados de objetos celestes conhecidos na época como “nebulosas”, que incluía 103 objetos em sua publicação final, embora outros tivessem sido adicionados com base em suas anotações pessoais. Muitos desses objetos são frequentemente listados com o nome do catálogo de Messier, como a Galáxia de Andrômeda, conhecida como M31 (M de Messier, 31 porque é o 31º objeto catalogado). O astrônomo também descobriu 13 cometas ao longo de sua vida.
15 – Herschel
O astrônomo britânico William Herschel (1738 – 1822) catalogou mais de 2.500 objetos do céu profundo. Ele também descobriu Urano e suas duas luas mais brilhantes, duas das luas de Saturno e as calotas polares marcianas. William treinou sua irmã, Caroline Herschel (1750 – 1848), em astronomia, e ela se tornou a primeira mulher a descobrir um cometa, identificando vários outros ao longo de sua vida. A Agência Espacial Europeia criou um observatório com seu nome, o Observatório Espacial Herschel.

16 – Henrietta Leavitt Swann
Henrietta Leavitt Swann (1868 – 1921) foi uma das várias mulheres que trabalharam como um “computador humano” na Universidade de Harvard (EUA), identificando imagens de estrelas variáveis em placas fotográficas. Ela descobriu que o brilho de uma estrela piscando estava relacionado com a frequência com que pulsava. Esta relação permitiu aos astrônomos calcularem as distâncias de estrelas e galáxias, o tamanho da Via Láctea e a expansão do universo. Ela descobriu mais de 1.200 estrelas variáveis em sua vida.
17 – Shapley
O astrônomo americano Harlow Shapley (1885 – 1972) calculou o tamanho da galáxia Via Láctea e sua localização geral do seu centro. Ele argumentou que os objetos conhecidos como “nebulosas” estavam dentro da galáxia, ao invés de fora dela. Porém, seu nome é um pouco manchado por ele ter discordado incorretamente das observações de Hubble de que o universo tinha outras galáxias além da Via Láctea.
18 – Drake
Frank Drake (nascido em 1930) é um dos pioneiros na busca de inteligência extraterrestre. Ele foi um dos fundadores da Busca por Inteligência Extraterrestre (SETI, na sigla em inglês) e idealizador da equação de Drake, uma equação matemática usada para estimar o número de civilizações extraterrestres na Via Láctea capazes de serem detectadas.

19 – Hartmann
O astrônomo americano William K. Hartmann (nascido em 1939) estendeu a teoria mais aceita sobre a formação da lua em 1975. Ele propôs que, após uma colisão com um grande corpo, os detritos que saíram da Terra se uniram para formar a lua.

20 – Carl Sagan
O astrônomo americano Carl Sagan (1934 – 1996) pode não ter sido um grande cientista em comparação com outros dessa lista, mas é um dos mais famosos astrônomos por ter feito importantes estudos científicos nas áreas de ciência planetária, e principalmente por ter popularizado a astronomia mais do que qualquer outro indivíduo. Seus programas de TV e derivados atraíam muitos telespectadores interessados.

Bônus: Rodney Gomes

A astronomia tem crescido bastante no Brasil. Somos capacitados a construir instrumentos de classe mundial, somos o único país em desenvolvimento que tem acesso a telescópios de 8 e 4 metros, e um dos poucos países no mundo com acesso a esse tamanho de telescópios em ambos os Hemisférios. Também somos o único país não europeu a fazer parte do Observatório Europeu do Sul, uma organização intergovernamental de pesquisa em astronomia, composta e financiada por quinze países.
Não podemos citar grandes cientistas brasileiros que mudaram completamente a visão do universo, mas muitos merecem uma menção honrosa. Recentemente, um astrônomo brasileiro, Rodney Gomes, mudou o rumo da busca por evidências de um planeta no limite de nosso sistema solar. No Observatório Nacional do Brasil, no Rio de Janeiro, ele descobriu que as órbitas irregulares de pequenos corpos gelados além de Netuno implicam que um planeta quatro vezes maior que a Terra está girando em volta do nosso sol nas bordas do sistema solar.

Créditos: Hypescience
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20.7.12

20 de julho de 1969. Um gigantesco passo para a humanidade

20-07-2012

A chegada do homem à Lua foi sem sombra de dúvida uma das maiores conquistas concebidas pelo engenho humano. Foi a coroação de uma história repleta de descobertas e experimentos que começou com os chineses há mais de 700 anos e continua até os dias de hoje com as fantásticas missões que nos fascinam cada vez mais.

Depois de Armstrong e Aldrin, apenas 10 homens tiveram o privilégio de colocar os pés na Lua e caminhar em sua superfície, mas as lições deixadas pelo Projeto Apollo mostram que são os sonhos que impulsionam os Homens e nos fazem ir muito mais além. De 1969 para cá muita coisa mudou. Em 1969 não se imaginava que as naves Voyager existiriam e até ultrapassariam os limites do Sistema Solar, nem que mais de 200 planetas além do nosso Sol seriam descobertos em tão pouco tempo.

Também era impensado que uma Estação Espacial seria construída com a colaboração de duas nações até então inimigas e imaginar que a China seria uma potência espacial era algo completamente fora de cogitação. Realmente, de lá para cá muita coisa mudou, mas aquela vontade de ir um pouco mais além parece que não deixa mesmo os homens sossegados.

Vira e mexe tem sempre uma sonda indo até Júpiter, Saturno e Plutão, mas a impensada colonização de Marte ainda continua sendo apenas um grande sonho. Um sonho? Mas afinal, não é disso que precisamos? Parabéns Apollo 11! No dia 20 de julho se comemora a conquista da Lua e não é uma tarefa simples descrevê-la em um único capítulo.


Fontes e Créditos: Apolo 11
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